João
COFUNDADOR
Traz a experiência de engenharia, gestão de projetos e liderança para as perguntas sobre como o trabalho é organizado.
SOBRE A WORKIN.HD
Somos um projeto português de neuroinclusão prática no trabalho. Queremos ajudar pessoas e equipas a encontrar condições mais claras, inclusivas e adaptáveis.
PORQUÊ WORKIN.HD?
HD significa human diversity, diversidade humana. É o ponto de partida para pensar como comunicamos, organizamos tarefas e colaboramos.
A nossa missão é transformar fricções quotidianas em práticas que se possam experimentar, discutir e adaptar.
Começamos por Portugal e pelas situações reais de profissionais, equipas técnicas, gestão de projetos, lideranças e RH.
Estamos numa fase de construção e validação. Preferimos aprender com experiências pequenas, ouvir quem utiliza as ferramentas e crescer com capacidade para acompanhar esse crescimento.
QUEM ESTÁ A COMEÇAR
COFUNDADOR
Traz a experiência de engenharia, gestão de projetos e liderança para as perguntas sobre como o trabalho é organizado.
COFUNDADORA
Partilha a construção da workin.hd e a vontade de criar ferramentas com espaço para diferentes necessidades e formas de trabalhar.
Queremos juntar experiência vivida, psicologia, inclusão, design e tecnologia. Os perfis que procuramos não representam uma equipa já contratada ou parcerias confirmadas.
O QUE ORIENTA AS NOSSAS ESCOLHAS
Procurar obstáculos nas práticas e no contexto.
Tornar tarefas, expectativas e decisões explícitas.
Dar opções sem impor uma ferramenta ou percurso.
Integrar experiência vivida no desenho e na revisão.
Combinar investigação, prática e conhecimento vivido.
Aceder a ferramentas sem revelação clínica.
Pedir apenas os dados necessários.
Tratar ferramentas como hipóteses úteis.
Desenhar para diferentes formas de ler e participar.
Respeitar limites de capacidade, energia e foco.
A workin.hd não é uma clínica, não faz diagnósticos e não substitui acompanhamento de saúde. Não fala por todas as pessoas neurodivergentes e não apresenta a neurodivergência como uma lista de défices ou de “superpoderes”.
Queremos transformar a inclusão em escolhas quotidianas. As pessoas podem usar apenas um recurso, escolher outro caminho ou não continuar.
UM PRÓXIMO PASSO POSSÍVEL